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| 02/03/2005 |
Educação sexual no Trânsito
Boa noite.
Tudo beleza com todos (as)? Hoje fiquei o dia inteiro em casa lendo uns artigos pro meu projeto de mestrado. Um dia perfeito para se fazer isto, uma vez que a chuva não cessou por um só minuto durante todo o dia e boa parte desta noite.
Várias pessoas que ligavam aqui pra casa, na tentativa de puxar assunto, reclamavam do "mau" tempo. É engraçado como a gente tem essa mania de julgar determinadas coisas. Todo mundo reclama da chuva, mas a grande verdade é que não vivemos sem ela. Todos os dias que chovem eu agradeço por isso. Bem, é verdade que eu agradeço bem mais quando eu estou abrigado debaixo do meu teto, mas mesmo quando a chuva me pega na rua, apesar de reclamar. fico satisfeito.
Em vários países do mundo, milhares de pessoas invejam essa quantidade de chuva que cai no Brasil e com razão. Disponibilidade hídrica no mundo é tão desigual quanto distribuição de renda no Brasil. Ainda bem que pelo menos no quesito água, grande parte dos brasileiros não pode reclamar.
Eu acredito que num futuro não muito distante, provavelmente daqui a uns quinze anos, nós vamos ter nossa água tão visada quanto o petróleo do Iraque é visado hoje. Não será nenhuma surpresa que a gente entre em guerra pelos recursos hídricos. Caso você observe mapas temáticos sobre disponibilidade hídrica no mundo, vai poder observar que países como os EUA e vários da Europa apresentam escassez de água.
Portanto, é super importante que o nosso país invista em defesa do território pra que não nos tornermosum Iraque.
Nossa, viram como assuntos que inicialmente parecem levianos podem tomar proporções gigantescas? Comecei falando deuma chuvinha e terminei falando em guerra... Chega, vou parar de falar antes que a polícia secreta mande me prender. Vamos rir um pouco.
Seção Educação Sexual no Trânsito






Obrigado ao meu irmão Pedro que me indicou estas imagens. O garoto é mestre nas bobagens em internet. caso precisem de uma consultoria.... Esta foi retirada do site do Casseta & Planeta.
Beijo pras mulheres e abraço pros homens.
Escrito por Bruno Kenzo às 00h15
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| 01/03/2005 |
Lições de Vida
Fala minha gente.
Tudo bom? Hoje é dia de paredão no BBB5. Há! Ninguém aguenta mais ouvir nisso né? Mas é que eu tenho de arrumar uma entrada "felomenal" para começar a escrever o meu blog. Como vocês já puderam perceber eu tenho assistido bastante televisão. Hoje mesmo, o meu programão de fim-de-noite vai ser assistir ao Big Brother na Globo. às vezes fico me perguntando: "Como é que o ser humano chega a um ponto deste? Minha vida social anda tão "ativa" (pode usar aspas dentro de aspas?) que o meu programa preferido é ver televisão."
Desde que formei em Biologia a minha vida social tem decaído cada vez mais. É incrível, como quando a gente chega nos 25 só pensamos em ganhar dinheiro. Ralo, ralo,ralo o dia inteiro só pensando em crescer profissionalmente pra quem sabe, no futuro, ganhar bastante dinheiro. A felicidade completa? Acho que seria ganhar na Mega-Sena e largar mão dessa correria. Podendo assim, curtir mais as coisas mais comuns para um ser humano: dormir, jogar conversa fora, paquerar, divertir e outras.
Bem, como eu sempre faço, chega de papo! Tem um monte de artigos científicos "olhando" pra mim no outro canto da mesa. Como já deu pra perceber também, a pessoa que vos fala começa a ter alucinações,achando que resmas de papel olham pra ele (hehe). Atémais pra todos.
Seção Lição de Vida
Esta é uma poesia de Pablo Neruda e é realmente esplêndido o ponto de vista deste autor sobre a vida.
Quem morre?
Pablo Neruda
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece. Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru. Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos. Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante. Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
Beijo pras mulheres e abraço pros homens.
Escrito por Bruno Kenzo às 09h47
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